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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

VAI BACHAREL!

 



Vai Bacharel!
Torna-te advogado e parte.
Luta com a espada da luz
nas mãos da Deusa da Justiça
e afasta o mal dentre os homens.
Vai Bacharel!
Sê um tribuno do Direito,
ergue a balança da igualdade.
Ampara os braços da deusa,
ajuda-lhe o corpo cansado.
Vai Bacharel!
Toma teu diploma e com ele
combate a corrupção, o erro e o crime.
Comunga com os verdadeiros homens
os elevados ideais da vida.
Vai Bacharel!
Com tua toga e teus livros
com tua caneta e nobre cérebro
afugenta a ignorância, combate o mal.
Prepara os caminhos da Justiça.
Vai Bacharel!
Cumpre com teu elevado dever.
Sê um paladino do bem entre os homens,
olha o mundo como um todo igual
e a Justiça se fará presente.

(Poema incluído no convite de formatura da Turma Centenário - 1990 - da antiga Fadir, onde o autor foi orador oficial)

Prof. Dr. Antonio Caprio, membro da ACILBRAS - Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil, membro da sucursal de Votuporanga, cadeira 910 e membro conselheiro do IHGG/Rio Preto.




segunda-feira, 30 de outubro de 2023

A TRAJETÓRIA HUMANA

 



A Ciência evolutiva humana afirma que o 'Homo erectus', os neandertais e outras linhas evolutivas ditas humanas vagavam pela superfície terrestre há cerca de 2,5 milhões de anos. Se alimentavam de animais selvagens, de sementes e frutos nascidos naturalmente, sem que se plantasse ou criasse nada. 

A regra era se fixar às margens nas proximidades de grandes rios para garantir a água necessária. Esgotada a alimentação em uma determinada região, transferiam-se para outra e assim o processo continuava. 

O leste da África era habitado pelo Homo sapiens e na longa linha do tempo alcançou o que hoje é o Oriente Médio, alcançando Europa e Ásia e bem depois a Austrália e finalmente a América. 

Assim nos ensina Yuval Noah Harari , em sua obra “Uma breve história da humanidade”, deixando certo que foram necessários cem mil anos para que todas as espécies se afunilassem no Homo Sapiens.
A vida errante gerou um conjunto enorme de problemas e a fixação do homem à terra teve forçosamente que ser assumida. 

Perceberam os humanos que, sementes geravam fontes de alimentos, que animais selvagens poderiam ser domesticados, que a terra poderia ser cultivada, que plantas poderiam ser transplantadas e com isto nasceu a agricultura e esta fixação começou a gerar a formação de comunidades, famílias, lideranças e disputas de várias formas, não só entre grupos afins como entre grupos mais distantes ou diferentes sob várias formas.

Nascia a sociedade humana e nascia também disputas impressionantes que levaram ao afastamento dos grupos gerando raças e um mundo totalmente novo e competitivo. É claro que esta nova fase durou séculos e até milênios. 

Mesmo que de forma incipiente começou a ser gestado o comércio, a troca de produtos e a descoberta de recursos naturais diferentes, como o petróleo e os minerais gerando novas etapas de intercâmbio entre os grupos alterando de forma substancial a vida cotidiana.

A descoberta e o domínio do fogo equivalem à descoberta e domínio da agricultura e da pecuária. Inaugura-se no planeta as queimadas para obtenção das terras necessárias para a produção de alimentos cada vez mais exigente atrelada ao aumento populacional. 

Famílias se formaram, onde esposas, que não era apenas uma, tinha vários filhos e filhas e isto com implicava na questão de conseguir alimento. Vemos quadros egípcios datados de 1.200 a.C. onde bois servem como puxadores de arado para o plantio de alimentos. Antes, os próprios homens, notadamente os mais fortes, eram os puxadores. Isto evidencia o uso de animais de carga, indicando mais um domínio dos seres ditos humanos em seus cotidianos. 

Homens e animais agora viviam juntos e um dependia do outro, chegando-se ao ponto de respeitar alguns animais como deuses. O Imperador Calígula, por exemplo, tentou nomear seu cavalo Incitatus como cônsul romano. Bois de ouro foram objetos de adoração nos primórdios da sociedade humana.

A revolução agrícola divide o mundo científico, tendo uma linha que defende a revolução como prejudicial e outras como o fator mais importante na evolução do homem no planeta. Os coletores e produtores de alimentos criaram ‘casas’ de pedra, de madeira e de barro, cobertas com sapé, dando início a uma vila sedimentada que não aceitava mais o sistema nômade como viável. Nascem os vilarejos, as cidades e os arranha-céus. O carro-de-bois e as carroças ganharam motores e o modernismo chegou para ficar.

Prof. Dr. Antonio Caprio – Biólogo. Tanabi-sp. Membro da ACILBRAS – Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil – sucursal de Votuporanga, cadeira 910 e Conselheiro do IHGG / S.J.R.Preto.





terça-feira, 24 de outubro de 2023

SERÁ?



SERÁ? 

A imprensa e o mundo acordado para as ciências da civilização humana está de cabeça para baixo com as novas ideias de que o homem será produto de civilização extraterrestres, criados de forma experimental e com matrizes das mais diversas. Não se entra em detalhes sobre a criação da vida. O ponto da questão é o ser humano. Há trinta mil anos, numa caverna de Chauvet-Pont-d'arc, no sul da França, há a marca de uma mão humana evidenciada por uma região esfumaçada na rocha. É acadêmico que a matéria e a energia atuaram na criação dos primeiros átomos e moléculas há cerca de 13,5 bilhões de anos. Esta química acabou por formar o planeta Terra nas imensidões de 4,5 bilhões de anos. É muito tempo. Mas muito tempo mesmo.
É possível que há 3,8 bilhões de anos os primeiros organismos vivos já faziam suas estreias nos inóspitos e surreais ambientes do planeta. Quem será que brandia a batuta neste reino encantado da Química?
Definem os biólogos estudantes da espécie humana, os paleontólogos - que por volta de 70 mil anos, o ' homo africano ' já ensaiava seus passos na terra escaldante onde chuvas que duravam dezenas de anos já moldavam a superfície terrestre. Seriam eles as criaturas aqui plantadas pelos nossos visitantes dos diversos pontos do Universo que se deslocavam e ainda se deslocam com suas naves silenciosas, de altíssima velocidade e cercadas de mistérios?
É certo que o Sistema Solar é uma pequena partícula da Via Láctea e esta, por sua vez, uma minúscula parte de outras galáxias que se perdem nos números da matemática. É até lógico que estas luzes e estranhos objetos, já vistos e registrados nos primórdios da civilização humana sejam, de fato, os plantadores da espécie humana cognominadas eurasianas, neandertalianas, australianas e forenses, transmudadas por sistema genéticos jamais pensados pela Biologia moderna. Se isto se encaixar como verdade, demore quanto demorar, a história de Adão e Eva vai virar conto de revistas infantis. Toneladas de livros serão picadas pela reciclagem dando lugar a uma nova história, agora com agá maiúsculo.
Será?

Prof. Antonio Caprio - =Biólogo. Tanabi - sp. Membro da Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil - ACILBRAS- sucursal de Votuporanga, cadeira 910 - e conselheiro do IHGG/S.J.R.Preto.




quinta-feira, 12 de outubro de 2023

12 DE OUTUBRO - DIA DA CRIANÇA





CRIANÇA.

Dorme criança,

tua vida é tão bela,

é a brisa que balança

a flor na janela.

Olhinhos espertos

procuram algo para ver,

teus sorrisos incertos

veem o mundo a crescer.

És criança.

Tens o futuro

Trazes esperança.

Vive, cresce

que o mundo é belo,

é teu, oh! criança.

( página 35 do livro Letras em Gotas, de Antonio Caprio - 2005)

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

A QUESTÃO DO ABORTO





Abortar é interromper uma vida em processo de instalação. A meu ver, como biólogo e defensor da vida e anti-abortista, é um crime, seja lá qual for o artigo ou legislação que afirme ou caminhe em contrário. A partir do momento de fecundação do óvulo, nas trompas, a vida se instala. Atentar contra ela é matar. Se não desejam engravidar, (o casal), sigam os caminhos disponíveis pelos serviços de saúde. Alegar que a gravidez foi ‘sem querer’, é demonstrar ignorância e desdém para com a vida. Creio que deveriam os autores de uma gravidez indevida, eles sim, serem punidos. Ministrei em minha vida produtiva como professor, por mais de trinta anos, centenas de palestras a jovens, grupos religiosos, clubes de serviços, escolas, e outras, gratuitamente, já sendo padrinho de doze crianças que não foram abortadas em razão de meu trabalho. Tenho declarações probatórias das ações e me orgulho delas..

Da legislação em vigor, já que vivemos sob a égide de leis, aproveitemos as faculdades do aborto ser praticado, sob supervisão médica, quando o feto for anencefálico. Se a mãe corre risco de vida, que tome os cuidados disponíveis, que são muitos, de não engravidar. Gravidez resultante de estupro, não deve ser facilitado o aborto. A criança não deve ser jogada fora porque o possível pai não seja conhecido ou se for, não é cidadão prestante ou responsável. Nem incluo em minha posição o aborto com ou sem consentimento da gestante.

Agora a inovação do STF é que as mulheres possam abortar até a 12ª semana de gestação. Verdadeira legalização de um crime contra o indefeso ser que está em um útero cuja usuária é pessoa sem responsabilidade. É a homologação da morte em nome do direito da mulher decidir sobre seu corpo. Que o faça antes de causar tanto mal a quem não pediu para nascer. Descriminalizar o aborto é homologar a morte como direito e não como crime. Erra, gravemente, a Ministra do STF, Rosa Weber quando diz que não há momento provado do início da vida intrauterina. Se estudou Biologia em sua vida estudantil, neste aspecto nada aprendeu. Prega a autonomia da liberdade reprodutiva e autonomia da mulher na tomada de decisões. Erra de novo quanto ao aborto. Ter direito a um aborto não dá à mulher o título de titular do direito, como entende a referida magistrada.

Aborto mata. Os agentes do aborto devem ser punidos severamente. Não interessa o que possam alegar. Coloco-me como advogado dos possíveis abortados. É preciso que tomemos cuidado com estas premissas de direitos antes de exercer os deveres. O Estado deve educar seus adolescentes e geradores de gravides se forma indevida e irresponsável. Sexo é para dar a vida e não para matar.

Prof. Dr. Antonio Caprio – Tanabi -sp- (Biólogo e advogado). Conselheiro do IHGG/S.J.R.Preto e membro da ACILBRAS sucursal de Votuporanga, cadeira 910.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

COPAS – PROBLEMAS OU DIVERSÃO?



A competição internacional de futebol teve início em 1928, quando na França foi criada a FIFA – Federation International of Football Association. Sua primeira edição foi em 1930, no Uruguai.

O Brasil participou de todas as edições da Copa da FIFA. Venceu cinco vezes o campeonato. Em 1970 ficou com a taça Jules Rimet( um dos criadores do futebol e da Fifa) por ter ganho três campeonatos. Era representação da deusa grega Nice, com asas estilizadas, base de mármore branco, com 30 centímetros de altura, 3,8 quilogramas de ouro puro e um peso total de 4 quilogramas. Custou na época( 1928) cinquenta mil francos.

O Brasil se tornou campeão por 5 vezes, a Itália 4, a Alemanha 3, o Uruguai e Argentina 2 e a França, atual campeã, uma . A Alemanha participou de 99 jogos, o Brasil 97, a Itália 80, a Argentina 70 e a Inglaterra 59 jogos. Refiro-me à copa anterior.

A ideia inicial era a de levar entre os povos do mundo mensagens de paz e colaboração mútua entre os países através do futebol. Agora criaram a categoria feminina e os cofres se enchem, a cada vez mais, de muito dinheiro. O esporte, representado pelo futebol, seria o elo de ligação entre todos os povos do planeta. A saúde, a força e a beleza seriam os troféus máximos que se cultivaria no evento. Vendem-se passes de jogadores como altíssima moeda internacional . Os jogadores, por sua vez, mudam de camisa como mudam de cueca.

Passaram-se os anos e a FIFA (e derivadas), tornou-se num órgão de poder espetacular, não só na área política como de maneira geral, gerindo todas as administrações das copas com mão-de-ferro e assumindo total e completa posse em todas as decisões. Os países que participam e sediam as copas, têm o compromisso de montar uma enorme malha de estádios (hoje chamados de arenas), criar mecanismos de acesso por todos os meios possíveis, em especial aéreos, garantir a segurança dos atletas e dos participantes em geral e custeando grande parte das despesas operacionais. O lucro e a exploração comercial de sua marca cobre praticamente todo o planeta. Como subproduto ai estão as torcidas organizadas com registros de mortes e alto grau de agressividade.

O futebol-arte, como os brasileiros souberam cultivar, já não é mais o mesmo. Se tornou num grande negócio com enormes fortunas circulando à venda de passes, em um comércio obscuro e poderoso. Os cartolas assumiram o futebol e ele se converteu numa formidável fonte de renda para um seleto grupo de jogadores, técnicos e grandes empresas que agem transformando o futebol numa espetacular forma de riqueza, ostentação e poder.

Estes estádios têm elevado custo de manutenção. São verdadeiros elefantes-brancos depois da copa. Que benefícios trazem à população. Servem a interesses de times e cartolas, criando um rol de campeonatos que rendem milhões em cada temporada. Valeria a pena tamanho esforço para cumprir este tipo de evento sacrificando outros pontos de alto interesse nacional como a saúde, a educação e a segurança?

A complexidade do evento é tão grande hoje que a FIFA tem mais poder político e administrativo do que qualquer outra organização mundial. As contrapartidas por parte dela são mínimas e o lucro da entidade é fantástico.

Todo empreendimento tende a crescer, e crescendo torna-se de difícil controle e esta falta de controle leva a novos crescimentos e o processo torna-se semelhante a um tumor que pode causar sérios danos àqueles que não conseguem se livrar de suas malhas ou domínio. Daí a pergunta que serve de título a esta crônica: Copa, copinha ou como quer que chamem - são geratrizes de problemas ou diversão?

Prof. Dr. Antonio Caprio - Tanabi-sp- Ex-presidente do IHGG/ Rio Preto e atual Conselheiro e membro da Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil - ACILBRAS, Sucursal de Votuporanga-sp, cadeira 910.

quarta-feira, 26 de julho de 2023

FRAGMENTOS DA HISTÓRIA DENTRO DA HISTÓRIA

 



(Crônica para que a História não se perca no tempo.....)

A História de um povo caminha sob a ação do tempo e cabe a alguns registrarem-na para que ela não se perca nos redemoinhos da eternidade. Em 19 de março de 1852 é dado um passo importante para a criação de uma nova cidade na região noroeste do Estado de São Paulo, numa verdadeira selva, um verdadeiro jângal de mata nativa do tipo de cerrado, cerradinho e cerradão. Vieram outras fases, dentre as quais o Distrito de Paz e a subdelegacia de Polícia (1855), ficando subordinada a nova futura cidade ao município de Jaboticabal, desvinculando-se de Araraquara. O município nasceu de desmembramento da comarca de Jaboticabal, numa ação que envolveu um exército de construtores culminando com a edição da Lei Estadual número 294, de 19 de julho de 1894, assinada pelo então Presidente do Estado de São Paulo, Bernardino de Campos. Assinaram o documento na parte de secretaria executiva o Doutor Cesário Motta Júnior e como Diretor Geral, João Baptista de Alvarenga. Publicada a lei, em Rio Preto, o alvoroço se iniciou para agora tornar realidade o que a lei determinou. O mês de agosto foi importante e foi formada comissão composta de Francisco Antônio Braga, Porfirio Luiz Pimentel e Valêncio José Barbosa que agiram de forma intensa na organização básica do novo município, onde Valêncio José Barbosa se ocupou da elaboração do orçamento da Receita e da Despesa e os demais na aplicação efetiva do Código de Posturas, herdado de Jaboticabal e aqui adotado provisoriamente. O orçamento foi fixado onze contos duzentos e trinta mil reis (11.230$000) sob várias rubricas a título de impostos. Seguiu-se o rol das despesas conforme legislação pertinente. Ato contínuo, em 29 de outubro de 1894 foi realizada eleição na sacristia da Igreja Matriz, onde compareceram 446 eleitores, sagrando-se vencedores os vereadores Pedro do Amaral campos (Presidente da Câmara), Porfírio Luiz Pimentel (Vice-presidente), Luiz Francisco da Silva (Intendente – prefeito) e os vereadores Luiz Pinto de Morais, Francisco Antonio Braga e Valêncio José Barbosa.
A primeira câmara assumiu dia 29 de novembro de 1894, com mandato até 7 de janeiro de 1896 para se adequar ao calendário eleitoral do Estado. Na época, o mandato do vereador era de três anos e o mandato do intendente (prefeito) de um ano, saído do grupo de vereadores. Na prática, a administração da cidade ficava sob as ordens da Câmara, sendo o intendente (um dos vereadores) o cumpridor das determinações legislativas. Os vereadores não recebiam remuneração e o intendente era remunerado. O ensino primário municipal (escola mista para o ensino das primeiras letras) foi instituído em 9 de agosto de 1895, quando era intendente o senhor Luiz Pinto de Moraes, fixando o salário do professor em cem mil reis mensais. A fiscalização da escola ficava a cargo da presidência da Câmara. A primeira professora nomeada foi a senhora Gertrudes Augusta do Amaral Salles. O Secretário Interino da Câmara era o senhor Delmiro Correa. Já em 1896 assume como intendente o senhor Francisco Antônio Braga substituído em 1910 pelo senhor Adolpho Guimarães Correa. Em 12 de julho de 1903 circula o jornal “O Porvir”. O grande timoneiro da história rio-pretense, João Bernardino Seixas Ribeiro continuava a ser peça fundamental em todo o processo histórico e o foi até a emancipação plena.
A ação dos construtores de Rio Preto foi coroada em 9 de junho de 1904, quando o Presidente do Estado de São Paulo, Jorge Tibiriçá, assinou a lei número 903, criando a Comarca de São José do Rio Preto cuja instalação solene aconteceu no dia 13 de outubro de 1904. A madrugada foi saudada com salva de 21 tiros ao som da corporação musical ‘ 17 de junho’, executando dobrados e marchas festivas. Seguiu-se missa solene celebrada pelo padre Antônio Purita, numa igreja totalmente tomada pela população rio-pretense. A Catedral era a antiga, demolida depois sob lágrimas de quem ficou. Na linha do tempo, um garboso desfile se viu pelas ruas apedregulhadas centrais e molhadas pelo caminhão pipa tendo à frente a garbosa retreta acompanhada por numerosa população.
Este um fragmento, um retrato composto de letras, pontos e vírgulas, dentro de uma grande História com começo e sem fim. Salve, três vezes salve a todos os que se engajaram nesta luta e aos que, hoje, continuam a escrever nossa bela História.

Prof. Dr. Antonio Caprio,(Tanabi)-ex-presidente e conselheiro do IHGG/S.J.R.Preto, membro da Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil – ACILBRAS- sucursal de Votuporanga, cadeira 910.