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segunda-feira, 16 de março de 2015

PARABÉNS AO POVO RIOPRETENSE

Por Antonio Caprio



Visitando o Praça Shopping (Praça Ruy Barbosa) com meu vice-presidente Don Amadeu Sebastião Pereira e minha filha Drª Fernanda Cristina Caprio, organizadora do blog do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico – IHGG de São José do Rio Preto, o qual presido, ficamos apreciando e admirando por longo tempo os painéis de caricaturas de nossos principais expoentes culturais de S.J.R.Preto, comemorativo dos 163 anos de fundação de nosso município, de criação de nosso artista Lézio Júnior. 

Lá estão Dinorath do Valle, Waldemar Verdi, Benedito Birigui, Domingos Marcolino Braile, José Antonio Silva, João Bernardino Seixas Ribeiro, Carol Gattaz, João Moura Bezaria, Paulo Moura, Antonio Natalone, Edson Baffi e Roberto Buzzini, todos lapidados pelo pincel de Lézio Junior como que a cantarem, juntos, os feitos e glórias desta magnífica cidade de São José do Rio Preto que ajudaram e ajudam a construir. 

Parecem todos, como numa orquestra e coral, tecer hosanas ao dia 19 de março de 1852, a seu fundador João Bernardino de Seixas Ribeiro, a Luiz Antônio da Silveira com seu pássaro azul e o padroeiro São José das Botas, com seus 438.354 habitantes, vinculado inicialmente a São Bento de Araraquara e depois emancipado de Jaboticabal em 1850, contando hoje com mais de 360 bairros, verdadeiros satélites da sede do 11º município mais populoso do Estado de São Paulo e o 52º do país. Elevam eles, com força e vigor, destaques ao seu comércio, sua indústria, suas artes, ciência, educação, esporte, seus templos, clubes de serviços, entidades das mais variadas filosofias, sua população ordeira formada de jovens e não mais jovens como uma força poderosa que a todos impele para frente como numa locomotiva que se desloca sempre apitando para o passado, se concentrando no presente e acenando para o futuro. 

Do primeiro intendente ao atual prefeito, do primeiro presidente da Câmara ao atual chefe do Legislativo, do primeiro juiz, do primeiro delegado, do primeiro momento ao atual, estes cento e sessenta e três anos foram temperados com a força da união de seu povo e seus propósitos e sonhos através das mãos hábeis e cérebros privilegiados de nossas colônias e seus filhos natos e adotivos que por aqui aportaram, moldaram e moldam a Rio Preto de hoje e a esperança de todos no amanhã.

Feliz Lézio em sua arte. Feliz S.J.R.Preto em ter o que e por quem relembrar sua história e o trabalho de seus filhos ilustres. Feliz a empresa que acolheu a ideia da exposição. 

Parabéns a todos. Esta a mensagem do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico – IHGG – de São José do Rio Preto manifestada por todos os seus diretores. Parabéns povo de Rio Preto por tão bonita história, geografia e genealogia.

sábado, 14 de março de 2015

PROF.DR.ANTONIO CAPRIO É REELEITO PRESIDENTE DO IHGG


Antonio Caprio


PROF. DR. ANTONIO CAPRIO é reeleito e empossado Presidente do IHGG-Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de São José do Rio Preto/SP. A eleição ocorreu neste sábado (14), na sede do SINCOMÉRCIO, em São José do Rio Preto/SP, em Assembléia Geral que votou por unanimidade.

Antonio Caprio já ocupou as pastas de Diretor de Relações Públicas (2007/2011), Presidente Interino (2011-2012), Presidente eleito (2012/2015) e agora é reeleito para o triênio 2015/2018.

Antonio Caprio é Advogado. Artista plástico. Membro da Academia Riopresente de Letras de SJRPreto/SP. Membro da Sociedade de Veteranos de 32. Ex-vereador por 4 mandatos em Tanabi/SP. Ex-Presidente da Câmara Municipal de Tanabi/SP por 2 mandatos. Ex-Secretário Municipal de Tanabi/SP por 30 anos. Professor Estadual por 35 anos e Universitário por 22 anos. Formado em Biologia, Ciências, Matemática, Pedadogia e Direito. Articulista de jornais. Obras publicadas Cartilha de Trânsito para crianças (2002), História Político-Administrativa de Tanabi (2004), Letras em Gotas (2005), O Brasil e o mundo (2006), De conceição do Jatahy a Tanabi (2009).



da esquerda para direita - IHGG - Antonio Caprio (Presidente) e 
Don Amadeu Sebastião Pereira (Vice-Presidente)

da esquerda para direita - IHGG - Antonio Caprio (Presidente),
Manoel Antunes (Ex-Prefeito de Rio Preto, Suplente de
Deputado Federal e Membro do Conselho Fiscal do IHGG) e 

Don Amadeu Sebastião Pereira (Vice-Presidente)

Eleição e Posse IHGG Diretoria 2015/2018 (Presidente Antonio Caprio)

Eleição e Posse IHGG Diretoria 2015/2018 (Presidente Antonio Caprio)

Eleição e Posse IHGG Diretoria 2015/2018 (Presidente Antonio Caprio)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

MENSAGEM ESPECIAL


É CHEGADO O FINAL DE MAIS UM ANO. LOGO INICIAREMOS UMA NOVA JORNADA PELO ANO DE 2015. 

O NATAL É A RENOVAÇÃO DE TODOS OS SENTIMENTOS CRISTÃOS, CALCADOS NO AMOR, NA PAZ E NA FRATERNIDADE.

O IHGG CUMPRIU SUA MISSÃO E SE FEZ REPRESENTAR NESTE ANO DE 2014. EM BREVE NOVA JORNADA SERÁ INICIADA, E COM CERTEZA VENCIDA.

DESEJO, EM NOME DO IHGG, EM MEU NOME E DE MEUS FILHOS UM NATAL DE PAZ E COMUNHÃO FAMILIAR E UM 2015 ONDE AS REALIZAÇÕES SONHADAS E AINDA NÃO CONCRETIZADAS SE REALIZEM.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

CENTO E VINTE E CINCO ANOS DEPOIS




O Brasil comemora no dia 15 de novembro de 2014 exatos 125 anos da proclamação da República. No dia 15 de novembro de 1889, um levante politico-militar deu fim ao II Império Brasileiro dirigido até então por D.Pedro II com quase 50 anos de poder e dando início à República Federativa Presidencialista Brasileira. Assumem o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente e como vice o Mal Floriano Peixoto, cujo breve mandato gerou enormes problemas de ordem interna, tanto na área política como na própria condução do governo. Até hoje a República cambaleia tentando manter a rota de liberdade constitucional e política. 


O ministério foi composto dos senhores Benjamim Constant, Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Salles, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos pertencentes à Maçonaria e alguns do movimento positivista de Conte.

Os fatos que antecederam à proclamação da República, que acabou sendo acelerada e praticamente improvisada, calcaram-se na questão da sucessão de Pedro II, sem filhos homens e com sua filha Isabel casada com um francês, sendo essa a razão mais preocupante entre os brasileiros. O Brasil tomou empréstimo de 3.000.000 de libras esterlinas que em 1889 chegavam a 20.000.000 numa inflação elevadíssima de 1,79% ao ano. A abolição do tráfico de negros em 1850 e a Lei Áurea em 1888 extinguindo de vez a escravidão foram duros golpes na Monarquia já combalida. A Igreja travou duras quedas de braço em razão da não aceitação das resoluções do Papa pelo governo brasileiro e com a Maçonaria. Somou-se a isso tudo a questão militar, onde eram grandes as divergências entre os líderes comandantes com graves crises abertas entre os monarquistas, republicanos e positivistas. O ambiente dia 14 de novembro de 1889 era de caos total, onde as ordens se chocavam e tudo parecia caminhar para uma guerra entre os participantes do movimento e as forças reacionárias brasileiras.

A desobediência civil já se disseminava entre os moradores do Rio de Janeiro, a capital e o interior. Os grandes barões do café se rebelaram e os negros participantes da Guerra do Paraguai, a quem foi prometida alforria em geral e não recebendo o benefício, se juntaram aos dissidentes e o caos explodiu na madrugada de 15 de novembro de 1889.

O último gabinete imperial dirigido por Afonso Celso de Assis Figueiroa capitulou e vários ministros debandaram em favor dos republicanos liderados por Deodoro da Fonseca, que apesar de doente, assumiu o comando das tropas e destituiu Pedro II declarando instituída a República Federativa e Presidencialista do Brasil. A família imperial foi colocada em um navio e exilada, visto que os republicanos temiam pela revolta do povo em favor do Imperador. 

Proclamada a República os proclamadores não sabiam bem o que fazer. Preparam-se para embates políticos e não para exercer o governo, e isto acabou gerando graves conflitos, em especial entre Deodoro e Floriano que acabou assumindo o governo poucos meses depois. Desde 15 de novembro de 1889, a República Brasileira cambaleia e depois de um grande número de constituições, golpes e traições, hoje, 125 anos depois, tenta caminhar rumo à democracia de fato e de direito.